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História do Vinho na Serra Gaúcha: tudo o que você precisa saber

História do Vinho na Serra Gaúcha: tudo o que você precisa saber

FAEBENNE - 12/09/2022

História do Vinho na Serra Gaúcha: tudo o que você precisa saber

Fala, ragazzi! Como vocês estão? Com saudade das histórias da Nonna? Nós esperamos que sim, afinal, hoje é dia de mais uma delas. Quem aí quer saber mais sobre a história do Vinho na Serra Gaúcha? Se você disse “sim”, é hora de pegar uma boa taça de vinho Fabenne e embarcar com a Nonna nesta super história. Buona lettura!

 

Onde tudo começou

Muito além do que a história do vinho na Serra Gaúcha, hoje você também vai aprender um pouco sobre geografia, física, química, biologia e por aí vai…Mas calma, todos esses aprendizados serão daquele jeitinho que a Nonna adora, tá?

 

Atualmente é possível afirmar que a preciosidade do vinho não está presente apenas no Rio Grande do Sul, mas em todo o Brasil. No entanto, a região une em torno de 30 municípios que têm como principal característica a produção da uva e do vinho, além da preservação dos legados da imigração italiana. 

 

Mas se você pensa que a viticultura deu certo logo de início já em terras gaúchas, lamentamos dizer que não foi bem assim. Tudo começou no ano de 1532, com Martins Afonso de Souza, que trouxe as primeiras mudas de videiras para o País, as quais foram cultivadas por Brás Cubas, fundador da cidade de Santos, São Paulo.

 

Tentativas e mais tentativas

As primeiras tentativas não deram certo. As segundas, na Capitania de Pernambuco, por meio de Maurício de Nassau, também não. Foi apenas em 1742, com a chegada de algumas famílias de açorianos e madeirenses, que se radicaram em Porto Alegre e no Rio Grande do Sul, foi que a viticultura no Brasil começou a renascer. 

 

Mesmo diante de tantas adversidades e imposições advindas da Coroa Portuguesa nas limitações e nos impedimentos de produção do vinho nacional, através da determinação da Rainha Dona Maria I que, em 5 de janeiro de 1785, proibiu toda e qualquer atividade manufatureira na colônia. Incluindo a viticultura.

 

Ou seja, mesmo que houvesse o cultivo de videiras, a evolução do vinho no Brasil não pôde continuar, já que era expressamente proibido que o país fizesse qualquer produção manufaturada. Essa lei caiu apenas no ano de 1808, por Dom João VI, com a chegada da família real portuguesa ao Brasil.

 

Fatos históricos sobre o vinho e a cultura gaúcha que talvez você não saiba

Agora que você já entendeu um pouco melhor sobre como começou a história do vinho tanto no Brasil quanto no Rio Grande do Sul, é hora de saber também alguns fatos históricos sobre a bebida mais amada do mundo (pelo menos do nosso, né?).  Vamos lá!

 

Nem tudo foram flores

Faça um exercício: feche os olhos e imagine um parreiral. Muito provavelmente a imensidão de uvas que você imaginou pertence à uma vinícola gaúcha. Isso porque existem grandes chances de que o primeiro vinho gaúcho com o qual você teve contato na vida tenha vindo de lá. No entanto, como pudemos ver até agora, a história do vinho no Rio Grande do Sul é bemmmm mais antiga (e nem sempre foi tão bem sucedida). 

 

Primeira vinícola brasileira e gaúcha

A J.Marimon & Filhos foi registrada no ano de 1888 como a primeira vinícola legalmente estabelecida no Brasil, em Candidota, na Campanha Gaúcha. Ou seja, quando chegavam os imigrantes italianos, esta família de imigrantes espanhóis já produzia vinhos com alguma desenvoltura, chegando a ser reconhecida em premiações.

 

A família Marimon acabou por não continuar a elaboração de vinhos e, talvez, poderia ter tido outra sorte se o tivesse feito. Curiosamente, alguns descendentes habitam a região metropolitana de Florianópolis, e aqueles que tiverem alguma sorte, podem desfrutar de bons momentos com eles, regados a um bom vinho, é claro. 

 

Vinhos Fabenne: os melhores da Serra Gaúcha

Ei, ragazzo, você já sabia que os vinhos da Fabenne são produzidos nos melhores campos gaúchos, né? Provenientes das melhores castas da Serra Gaúcha, os vinhos da Fabenne são a opção ideal para quem não abre mão de uma boa bebida, mas também gosta do casamento que ela faz com a tecnologia. 

 

Tecnologia? Como assim? Ora, a Nonna está falando da tecnologia de envase da Fabenne. Com o dispenser hermético do bag-in-box, você pode servir a sua taça e guardar o restante, impedindo a entrada de ar e preservando a qualidade da bebida por muito mais tempo. Demais, né?

 

Acesse o site da Fabenne e conheça todas as opções.  

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